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Contemporary knowledge about God, Evolution, and the meaning of human life.
Methodology of spiritual development.

 
Monacato
 

Monacato*

No decorrer de muitas encarnações terrenas, preparamo-nos para entrar na última fase da evolução pessoal. Esta fase é o verdadeiro monacato. Enfatizo que apenas o monacato entendido dessa maneira é realmente verdadeiro, porque muitas pessoas apenas brincam a serem “monges” sem ter entendido o que é Deus.

Antes desta etapa, as regras gerais de vida para cada um eram as seguintes:

1. Desenvolver o intelecto (como uma das funções da consciência, como um “aparelho” do pensamento: de memorização, análise, síntese, criatividade); acumular conhecimento sobre o principal: sobre Deus, sobre o homem, sobre a evolução. (O conhecimento concreto acumulado durante a vida terrena normalmente não se preserva de uma encarnação a outra. Mas as estruturas da consciência, desenvolvidas através do seu funcionamento correcto, passam a cada nova vida, assim como passam as qualidades obtidas, tais como o vigor, certas faculdades intelectuais, certas inclinações, ética, etc.);

2. Aperfeiçoar-se eticamente tomando como ponto de referência as recomendações de Deus, sobre como devemos ser segundo Ele;

3. Desenvolver correctamente a própria esfera emocional e cultivar dentro de si próprio o amor por Deus, o qual, mais cedo ou mais tarde, deverá tornar-se num enamoramento apaixonado por Ele;

4. Cultivar a subtileza emocional e evitar que a consciência se torne grosseira;

É natural que nas primeiras etapas da nossa evolução pessoal não procuremos o conhecimento do nível superior, nem nos apaixonemos por Deus — e sim pelas pessoas e pelas coisas — nem tratemos de alcançar o Reino Celestial — e sim o topo de uma montanha, um diploma universitário, um grau académico... antes da Escalada principal. E esta Escalada será apropriada apenas quando estamos preparados segundo todos os parâmetros mencionados anteriormente.

Só então, não antes, alguém pode começar a separar sua atenção do que é terreno e dirigi-la ao novo e último Amado, ao Rei de tudo. Como resultado, o buscador chega finalmente à Câmara Nupcial (O Evangelho de Filipe, 67, 125, 127), na qual, a partir desse momento, têm lugar os encontros amorosos com o Amado, encontros cada vez mais saturados de êxtase e harmonia. Estes culminam na passagem completa do buscador à Morada do Amado e na União com Ele.

Esta etapa da ardente paixão amorosa por Ele é o verdadeiro monacato.

Monge é uma palavra de origem grega. Usa-se para designar a pessoa que chegou ao estado de solidão com respeito a tudo o que é terreno, isto é, ao estado no qual não se identifica mais com o terreno, incluindo o seu próprio corpo, e está voltado com a “cara da consciência” para o Amado. O monge tem saudades d´Ele quando algo na Terra o distrai da comunicação com Ele. O monge arde de paixão por cada novo encontro. O monge está envergonhado pelas suas próprias imperfeições durante os encontros amorosos em Sua Morada. O monge ansia por chegar a ser melhor, e o Senhor explica-lhe como fazê-lo. O “Reino” onde o monge vive agora realmente “não é deste mundo.” (João 8:23;18:36). Entretanto, a sua conduta nas relações com o resto das pessoas continua a ser adequada.

* * *

“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela! Porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. (Mateus 7:13,14)

“(...) Quero que vocês estejam sem preocupações (terrenas). O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; mas aquele que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher. A mulher casada e a virgem são diferentes. A solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém, a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido.”
(1 Coríntios 7:32-34).

“Aquele que conheceu (em verdade), o mundo descobriu (que este é) um cadáver, e quem descobriu (que é) um cadáver, dessa pessoa o mundo não é digno.” (O Evangelho de Tomé, 56)

“Quem encontrou o apaziguamento tendo-se tornado rico (nas coisas terrenas), que renuncie ao mundo!” (O Evangelho de Tomé, 110)

“Mas, procurai primeiro o Reino de Deus, e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33)

“A Câmara Nupcial convidou-nos a entrar!” (O Evangelho de Filipe, 125)

“Enquanto estamos neste mundo, devemos obter a Ressurreição para que, uma vez que nos desfaçamos da carne, encontremos a Tranquilidade e não vagueemos fora.” (O Evangelho de Filipe, 63)

“Quem saiu do mundo, já não pode ser atrapalhado (por este), como aquele que (ainda) permanece no mundo. Esta pessoa encontra-se acima do desejo e do medo.” (O Evangelho de Filipe, 61)

“Os que afirmam que primeiro morreram e depois ressuscitaram estão em erro. Se eles não recebem primeiro a Ressurreição estando ainda encarnados, não receberão nada deixando os seus corpos.” (O Evangelho de Filipe, 90)

“(Mas) apenas aqueles que conheceram a sua Essência se alegraram em verdade!” (O Evangelho de Filipe, 105)

“Os Filhos da Câmara Nupcial têm o mesmo Nome!” (O Evangelho de Filipe, 87)

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